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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Cédulas? Não na Suécia



O que você, caro leitor, acha de abolir, completamente, as notas e moedas de circulação? Concorda com isso? Sim? Não?
Bom, não sei se você gosta, mas a Suécia gostou da ideia. E gostou tanto, que está começando tirar de circulação as notas e moedas do país.
Segundo uma matéria publicada no site Yahoo! News, em grande parte das cidades suecas, os transportes públicos não aceitam mais notas - as passagem são pré-pagas ou compradas por mensagem de texto. 
Algumas empresas e bancos suecos só aceitam cartões de créditos para fazerem transações bancárias. Curt Persson, membro da Organização Nacional de Pensionistas da Suécia, disse que "há cidades [suecas] aonde não é mais possível entrar em um banco e usar dinheiro em espécie".
Até mesmo as igrejas locais estão se adaptando à essa tendência. O pastor Johan Tyrberg, da cidade de Karlshamn, teve que comprar uma "maquininha" de cartão de crédito para que as pessoas pudessem ofertar. "As pessoas vinham até mim várias vezes e diziam que não tinham "dinheiro vivo", mas que gostariam de doar", diz Tyberg.


A Associação de Banqueiros da Suécia disse que a diminuição de notas em circulação já está causando impacto no número de assaltos. Segundo a associação, o número de assaltos à bancos na Suécia caiu, de 110 assaltos em 2008, para 16, em 2011.


As pessoas na Suécia parecem estar gostando da ideia de abolir as notas impressas. Quando perguntado, um integrante da banda "ABBA" disse: "Se as pessoas não andarem com dinheiro, o que eles [os ladrões] farão?" 


Mas e as pessoas que moram nas áreas rurais, ou as pessoas idosas, que geralmente não sabem mandar mensagem de texto? Vão ficar sem andar de ônibus? As autoridades da Suécia ainda estão pensando em como enfrentar essa situação.


E você, o que acha da ideia de acabar com as notas e moedas? Deixe sua opinião na área de comentários.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Você tem que me ajudar, pra eu te ajudar!

Durante um encontro dos ministros das finanças do G20, o ministro brasileiro Guido Mantega disse que, os países emergentes poderiam ajudar os países da Europa que estão em crise, desde que estes, ganhem mais poder dentro do Fundo Monetário Internacional (FMI).






Em uma reunião do G20 (grupo de países emergentes da qual o Brasil faz parte), o ministro das finanças Guido Mantega, disse que os países emergentes ajudariam os países da zona do euro (países que tem o euro como moeda), desde que o G20 ganhassem mais poder no FMI.
"Os países emergentes somente ajudarão sob duas condições: primeiro que eles (os países da zona do euro) reforcem sua rede de proteção (o fundo europeu de ajuda aos países em dificuldades) e segundo, que a reforma do FMI seja implementada", disse Mantega.


Mantega disse também que, os próprios países que fazem parte da zona do euro, deveria "se ajudar". Outros ministros do G20, e até ministro das finanças da França, concordaram nesse ponto com o ministro brasileiro. "Eu vejo a maioria dos países compartilhando opiniões semelhantes de que os europeus têm que fortalecer seu fundo de proteção", afirmou Guido Mantega.


Respondendo as cobranças, o ministro das finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble (não precisa pronunciar), disse que, no mês que vem, os países da zona do euro irão avaliar a possibilidade de aumentar o fundo de proteção deles.